Par tem 12 casos notificados de raiva humanaPolcia quer prender 27 suspeitos de trfico e roubo de carga no Rio

Casos confirmados de raiva humana no Par no ocorrem desde 2005, quando 15 casos foram registrados no municpio de Augusto Corra e trs em Viseu (nordeste paraense) todos por transmisso de morcego hematfago (que se alimenta de sangue).

A Secretaria de Saúde do Pará informou ter notificado 12 casos de raiva humana no estado, incluindo seis mortes. Até o momento, pelo menos um caso foi
confirmado.

Segundo o órgão, um paciente morreu na tarde de ontem (15) no Hospital Regional de Breves. Quatro crianças seguem internadas na Santa Casa de Misericórdia
em Belém e uma no Hospital Regional de Breves, que também atende um adulto com suspeita da doença. A maioria dos pacientes se mantêm em estado considerado
grave.

Por meio de nota, a secretaria informou que continua o trabalho de investigação e prevenção da raiva humana no município de Melgaço, no Arquipélago do
Marajó. Na última segunda-feira (14), 1 mil doses de vacina antirrábica e 300 frascos de soros antirrábico foram enviados à região. As ações se concentram
na localidade de Rio Laguna, a cerca de 70 quilômetros de Melgaço, onde residem aproximadamente mil pessoas. Até o momento, foram vacinadas 500 pessoas.

Ainda de acordo com o governo estadual, coletas sorológicas foram realizadas em todos os pacientes – inclusive os que morreram – e encaminhadas ao Instituto
Pasteur, em São Paulo, laboratório referência no diagnóstico de raiva humana. Desde o último dia 4, equipes de vigilância epidemiológica e de vigilância
em saúde estão no local para investigar as suspeitas, em parceria com a Agência de Defesa Agropecuária do Pará e o Ministério da Saúde.

Todos os casos notificados pela Secretaria de Saúde como suspeitos para raiva humana apresentam quadro semelhante, com sinais e sintomas como febre, dispneia,
cefaleia, dor abdominal e sinais neurológicos como paralisia flácida ascendente, convulsão, disfagia (dificuldade de deglutir), desorientação, hidrofobia
e hiperacusia (sensibilidade a sons, principalmente agudos).

Histórico

Casos confirmados de raiva humana no Pará não ocorrem desde 2005, quando 15 casos foram registrados no município de Augusto Corrêa e três em Viseu (nordeste
paraense) – todos por transmissão de morcego hematófago (que se alimenta de sangue).

Em 2004, Portel (município do Marajó) registrou 15 casos da doença – todos também por morcegos hematófagos, assim como os seis casos confirmados em Viseu,
no mesmo ano.

Todos os casos confirmados nesses dois períodos, segundo a secretaria, evoluíram para óbito.

Policiais civis e membros do Ministério Público Estadual fazem hoje (15) uma operação para cumprir 27 mandados de prisão contra suspeitos de envolvimento
com tráfico de drogas, roubo de motos e roubo de cargas na Baixada Fluminense, no estado do Rio de Janeiro. A chamada Operação Metástase II já prendeu,
até as 7h30, 14 pessoas, de acordo com a Polícia Civil.

Os mandados estão sendo cumpridos nos municípios de Duque de Caxias, Belford Roxo, São João de Meriti, Magé e Nova Iguaçu.

A ação é um desdobramento do inquérito que investiga a organização criminosa que controla a venda de drogas nas favelas Parque União e Nova Holanda, no
Complexo da Maré. Segundo o titular da Delegacia de Combate às Drogas (Dcod), Felipe Curi, as investigações começaram há cerca de um ano.

Armas

Depois da detenção de uma adolescente que transportava drogas da Nova Holanda para uma favela em São João de Meriti, os policiais começaram a identificar
várias pessoas que atuavam na quadrilha, que se dividia em um núcleo atuante no Complexo da Maré e outro em Magé, ambos em parceria com o grupo criminoso
da Favela do Lixão, em Duque de Caxias.

Segundo Curi, a quadrilha fornecia armas para os ladrões de carga em troca de parte das mercadorias roubadas.

Segundo o Ministério Público, o grupo criminoso usava adolescentes para vender drogas e trocar tiros com a polícia. Além disso, a quadrilha utilizava pessoas
sem anotações criminais, principalmente mulheres, para fazer o transporte de drogas e armas entre favelas da cidade do Rio e da Baixada Fluminense.

Segundo o MP, 27 pessoas foram denunciadas por tráfico de drogas e quatro por associação para o roubo de carga.
 

Fonte: Agncia Brasil

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